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.: Chupar fronha é meio de vida de muita gente :.
(Mário Firmino)
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Schopenhauer e Canja não faz Mal PDF Imprimir E-mail
Avaliação do Usuário: / 2
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Por Administrador   
28/11/2006
ImageArthur Schopenhauer foi um cara pessimista e tinha uma visão muito particular do mundo e das pessoas. Veja como ele encara aquelas pessoas que são verdareio karma em nossas vidas.
Boa leitura!
Mário


SCHOPENHAUER E CANJA DE GALINHA NÃO FAZ MAL A NINGUÉM!

Para sobreviver por este mundo afora, é conveniente levar consigo uma grande provisão de precaução e indulgência. Pela primeira seremos protegidos de danos e perdas, pela segunda, de disputas e querelas.

Quem tem de viver entre os homens não deve condenar, de maneira incondicionada, individualidade alguma, nem mesmo a pior, a mais mesquinha ou a mais ridícula, pois ela foi definitivamente estabelecida e ofertada pela natureza.

 

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Deve-se, antes, tomá-la como algo imutável que, em virtude de um princípio eterno e metafísico, tem de ser como é. Quanto aos casos mais lamentáveis, deve-se pensar: «É preciso que haja também tais tipos no mundo.»

Do contrário, comete-se uma injustiça e desafia-se o outro a uma guerra de vida ou morte, já que ninguém pode mudar a sua própria individualidade, isto é, o seu carácter moral, as suas faculdades de conhecimento, o seu temperamento, a sua fisionomia, etc.

Ora, se condenarmos o outro em toda a sua essência, então nada lhe restará a não ser combater em nós um inimigo mortal, pois só lhe reconhecemos o direito de existir sob a condição de tornar-se uma pessoa diferente da que invariavelmente é.
Portanto, para vivermos entre os homens, temos de deixar cada um existir como é, aceitando-o na sua individualidade ofertada pela natureza, não importando qual seja.

Precisamos apenas de estar atentos para a utilizar de acordo com o permitido pelo seu género e pela sua condição, sem esperar que mude e sem condená-la pura e simplesmente pelo que ela é. Eis o verdadeiro sentido do provérbio: "Viver e deixar viver".

A tarefa, contudo, não é tão fácil quanto justa; feliz é quem pode evitar para sempre certas individualidades. Para aprender a suportar os homens, deve-se praticar a própria paciência em relação a objectos inanimados, os quais, em virtude de uma necessidade mecânica ou de qualquer outra necessidade física, resistem tenazmente à nossa ação. Para tal exercício, há oportunidade diária.

Arthur Schopenhauer, em 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'

As frases abaixo expressam o mesmo conceito:
"Cautela e canja de galinha não faz mal a ninguém". (Dito popular)
"Você não pode ser filho da puta, mas se for inocente, morre estuprado" (Mário firmino)
Leia também "O Chupa Fronhas!"

Arthur Schopenhauer (Danzig, 22 de Fevereiro 1788 - Frankfurt am Main, 21 de Setembro 1860) foi um filósofo alemão do século XIX das correntes irracionalista e romântica. Sua obra principal é O mundo como vontade e representação, embora o seu livro Parerga e Paraliponema (1851) seja o mais conhecido. Schopenhauer foi o filósofo que introduziu o Budismo e o pensamento indiano na metafísica alemã. Ficou conhecido por seu pessimismo e entendia o Budismo como uma confirmação dessa visão. Schopenhauer também combateu fortemente a filosofia hegeliana e influenciou fortemente o pensamento de Friedrich Nietzsche.
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